A realidade virtual, no seu início era utilizada
principalmente em vídeo jogos e ficção científica. Com a evolução dos óculos de
RV e as aplicações nos smartphones e câmaras portáteis as organizações
jornalísticas começaram a investir mais no uso da Realidade Virtual. Com isto o
jornalismo imersivo começa a ter a hipótese de narrativas em RV, combinadas com
aúdio e vídeos em 360 gruas.
Um dos principais objectivos da ligação da Realidade Virtual ao Jornalismo é dar mais
profundidade às narrativas, permitindo ao espectador interagir e sentir como se
estivesse no local fisicamente, ou seja, o espectador terá experiências quase
reais de situações e momentos descritos no jornalismo.
Podemos analisar esta relação de 3 formas diferentes:
- Narrativas imersas, ou seja, o efeito no sentido da presença;
- O formato, por exemplo: formas inovadas de contar um acontecimento, podendo, com a RV integrar vídeo, áudio e realismo;
- Multi-plataformas, ou seja, histórias e narrativas que podem ser visualizadas em várias plataformas (desktop, smartphones, óculos RV e aplicações específicas).
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